Decisões são necessárias, boas ou más, elas sempre irão existir, mas atitude é essencial.
De que adianta decidir ser feliz se não existe luta para ser feliz?
De que adianta decidir comprar um carro se não trabalha para isso?
De que adianta acordar cedo para ficar na cama e esperar que tudo venha até você?
De que adianta buscar uma pessoa se ela não estará lá quando você precisar?
Tomei uma decisão que julguei certa, na hora não pude nem pensar direito. Fiz o que achava o que tinha que fazer.
Fiz tudo errado.
Machuquei quem não merecia, deixei quem me segurava, esqueci quem deveria sempre estar no meus pensamentos, em troca de um mero capricho egoísta, uma ilusão de felicidade, felicidade que nunca existiu antes. Vivi uma "felicidade", quando percebi que aquilo não era, deixei, fui melhor como nunca tinha sido antes, apesar dos fantasmas que ainda me assombravam, conseguia sim, caminhar em paz, era um peso que podia suportar.
Troquei aquele momento mais próximo de paz na minha vida por uma guerra constante, uma guerra onde todos saem feridos, mentiras por cima de mentiras, ferida por cima de ferida, dor por cima de dor, angustia por cima de angustia, jogos por cima de jogos, estratégia por cima de estratégia. Tudo para conseguir um objetivo: sair vencendo.
Mas nessa guerra, onde eu mesmo decidi construir minha cova, a cada batalha saio cada vez mais ferido, mas cansado. A cada batalha, um tiro disparado, atinge meu inimigo, o atravessa, ricocheteia e volta pra mim, enquanto a bala do inimigo me atinge e fica alojado.
Deveria ter sido forte quando deveria, ter cuidado de quem cuidou de mim e me afastado de quem só me machucava. Hoje ainda faço tudo errado, busco paz tomando veneno no meio de uma guerra que comecei, entrei, morro e esta difícil de sair, pois o inimigo não desisti.
Nenhum comentário:
Postar um comentário